Não quero nunca renunciar à liberdade deliciosa de me enganar.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Amigos

Tenho um amigo que mudou para melhor, que estranho!

Apenas

Resta esperar que não tenhas que ir embora e fiques a mais de quatro horas de distancia de mim, que eu não tenha que vir e que possa ficar e ter o teu mimo. E de mim? Dizem que te mimo, como mel...mas ás vezes penso que o tenho todo acumulado para te dar.Resta então esperar para te contar tudo ao fim de semana, te falar de todas as pessoas da minha vida, mesmo que não faças a mínima ideia quem sejam, e fiques com a percepção que eu tenho delas. Resta ser paciente, e ir sonhando em ficar contigo para sempre, podia ser tanta coisa pior, mas afinal é apenas esperar.


Sempre!

De cada vez que estiveres mais frágil, e mais provavelmente aí, irás questionar se fizeste a escolha certa. Não quando estiveres contente ou bem contigo mesma, a dúvida chega sempre quando estamos menos certos. Ou então não se chamaria dúvida.

Pessoas

Das pessoas eu sei isto, mesmo quando têm tudo e quase nada lhes falta, dão sempre mais valor ao pouco que lhes falta do que ao muito que têm.


Querido dia,

peço-te encarecidamente, a fazer beicinho e de joelhos: que acabes!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Happy 2011!

Todos os começos são parecidos, de ano claro. Comemora-se a mudança, festeja-se o que passamos de bom. Pede-se doze vezes o que queremos de melhor. 
Raramente peço algo, acho difícil atender o telemóvel, fazer as quatro chamadas da praxe, comer as doze passas sincronizadas com as doze badaladas, saltar para a cadeira, beber champanhe, e fazer barulho ao mesmo tempo em apenas dois minutos. Por isso, normalmente fico a ver os outros. 
O facto de não desejar, da-me tempo para agradecer o ano que tive, ou para simplesmente o deixar para trás, por isso eu sei, tive um dos melhores anos da minha vida, provavelmente mal me vou lembrar e irei fazer confusão com 2010, ou 2013. Eu apenas quero levar comigo, todas as coisas boas e transforma-las, guarda-las. De 2012, apenas quero que não seja o ultimo, é que não pode realmente ser o ultimo, porque eu realmente preciso muito, deste novo ano.






Descubra o sujeito na frase:

Ela está parecendo um travesti.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Pois

Deram-nos a escolher, nós escolhemos ser os fixes.

The Story

Sinto-me bem por ter descoberto isto, penso ser uma estratégia que encontrei para mim, os dias de mais desalento nas nossas vidas, procuramos lugares seguros e de conforto. Procuramos estar com alguém, mas tantas vezes apenas precisamos estar com nós mesmos. Há anos que encontrei o meu, o chão. Sim, a tábua, a madeira o azulejo, a alcatifa.
 Uma vez lá , sinto que é o único lugar que muitas vezes  me faz sentir segura, e abaixo disso, não há nada a acima existe tanto!







Toca e foge

Não gosto nada daquelas pessoas que mandam uma "postinha" ao ar e depois vão embora.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Juro

Sonho com aquele dia, em que não haverá surpresas. Que as pessoas engordem tanto que a pele do cordeiro não lhes sirva.


Mulheres

Penso que há mulheres que quando se casam, se afirmam na certeza que não precisam de se casar outra vez.Por isso nada importa.

laçarote

Antes sentia-me capaz de te dizer, "demora o tempo que quiseres, passa tempo com as outras pessoas, vive a tua vida, esquece-te de mim, depois, quando te lembrares vem ter comigo que eu estou á tua espera, mesmo que demores muito, que te atrases que apanhes uma fila interminável (posso até imaginar que não vivemos no interior mas em Londres em hora de ponta, e que te acontecem mil coisas até chegar, que te arranjas para mim, vestes aquela t-shirt que eu adoro, com os tennis em ruínas, tão típico teu, que esperas até acabar aquela musica que gostas, ou que chovia tanto que não conseguias vir sem te molhares (mesmo que o dia seja de um sol quentinho)"Agora não!


acordolaçarote.blogspot.com


Ensinaram-te a não seres mentirosa, Filipa!

Prioridades.

Sempre quis ter uma polaroid, comprei uma maquina toda xpto. Mas continuo a querer a polaroid.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Coisas, pessoas, momentos.

Há coisas que deixamos simplesmente ir. Pessoas e sentimentos. Eu achava que este distanciamento era apenas algo que fazíamos de quem não amávamos, mas não. 
Eu, por exemplo deixei ir o meu pai e o meu gato, sei que a esta altura me estarão a chamar insensível, pois! Coitado do meu gato! 
Deixei partir pessoas da minha vida com a certeza que não voltariam, deixei-os ir com tantos momentos que guardo e que jamais sairão em mim, por mais contraditório que isto se torne, abandonar as coisas, momentos e pessoas que foram boas nas nossas vidas, faz-nos francamente distanciar do que um dia fomos para dar lugar ao que um dia seremos.
Eu por exemplo, que nunca fui saudosista custava-me muito ter de abandonar o que um dia tive. Hoje apercebi-me disto, temos que "dar largas ao coração" e deixar partir quem um dia quisemos ter ao lado mais que nunca.
Mesmo que lutando com unhas em dentes não há espaço para todas as pessoas que conhecemos, desde sempre. O que me faz pensar que dizer "adeus meu amor", pode deixar um gosto doce, por vezes.
 Hoje isso deixou-me um travo lento e amargo o dia todo. E hoje, eu vou beber um golo de vinho rosé, mas fingir como nos filmes que sou uma pessoa amargurada a beber uma bebida muito forte com pedras de gelo, farei a mesma cara, a mesma expressão. Para depois, continuar.

Sou talvez a visão que alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo prá me ver
E que nunca na vida me encontrou


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tal e qual


Por mais anos que viva, por mais sensações que me percorram, nunca vou conseguir explicar o que se sente. Mesmo que tanta gente diga que se serve fria, que chega e não vai tardar. Perceber o seu valor com toda a clareza é do melhor que pode haver. A vingança, é tão melhor quanto menos fizermos para que aconteça, é como se alguém ou alguma espécie de carma, o tivessem feito por nós.
È a sensação que valeu a pena ter vivido, que não corremos contra a maré. Que chegamos á hora exacta para ver o circo acontecer.E desta vez, somos nós quem ri.



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Unir



Quantas vezes nos unimos? Quantas vezes escolhemos ser um só? Apenas uma unidade. Raras vezes. Porque temos medo de perder a nossa individualidade, ou porque simplesmente deixarmos algo de nós para encontrar algo do outro é um processo demoroso e altruísta de mais, a maior parte das vezes.
Há algo que compreendia pouquíssimo tempo, porque eu francamente não sou a maior moralista ou saudosista do mundo. A união não implica, presença constante. A união nem sequer implica estereótipos e quando acontece faz-nos acreditar em algo. Não importa de facto quem somos ou porque somos de determinada forma, e explicar ao mundo o porquê de nos queremos unir de determinada maneira a outro ser, é na maior parte das vezes inútil.
Uni-me raras vezes, tão poucas que podia descreve-las aqui e nem sequer seria entediante, (para alguns),  sei que a minha mais bela forma de união estará para chegar, um dia. Aguardo-a ansiosamente, que me perdoem aqueles que se julgam melhores se forem únicos. 

Há pessoas, que se sentem sozinhos, e que verdadeiramente não o são.


Cute



Um rapaz á minha frente no Supermercado, que comprou, apenas,  velas e preservativos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Positivismo

Penso muitas vezes assim, há momentos bons a acontecer a todo o instante, em todo o mundo. Há coisas realmente boas, um dia calha-me a mim.


Gossip Girl

É a minha vizinha de baixo. Não falha.


Mais ou menos assim

Escolhi a roupa, depois de muito pensar com todo o meu carinho. Sabia que nada podia falhar porque nós queremos estar bem nos bons momentos. Estiquei o cabelo, pensei na melhor maquilhagem, naquela que não fosse demasiado artificial, escolhi ainda a cor de verniz, e o calçado confortável para te abraçar, não fosse eu tropeçar ou ficar entalada na calçada. Depois coloquei o restinho de perfume que ainda me sobrava daquele que era o meu preferido, para um momento que fosse para mim especial. Pensei depois num agasalho para que pudéssemos passear a vontade. Retoquei, voltei a retocar e pensei em todos os pormenores. Depois, fui dormir. 


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Human love


Tu olhas para uma pessoa, como olhas-te para tantas outras em momentos tão diferentes na tua vida, uma pessoa que sabes que não é uma pessoa qualquer, porque o teu olhar nela se fixa e quando ela olha para ti e sente o mesmo que tu, sentes que alguma coisa vai acontecer, que estás pré-disposto a descobrir que a vida é uma imensidão de coisas boas.Lentificas. Esqueceste-te de coisas realmente importantes, mas nada importa, porque agora: "O tens".Entras num turbilhão de coisas e sentires, fazes de conta que és tal e qual a personagem do filme que viste, embora repitas para ti mesma, "Não, vai ser igual a nada que conheça." È assim o inicio de algo que se avizinha tão intenso e saboroso e se chama de amor.
 Não sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração que aquela pessoa pode ter qualquer coisa para te dar, então, decides jogar tudo e entrar num jogo alucinante. Áte pode ser algo que te volte a magoar depois de magoada, até podes estar perante a pessoa com quem vais passar o resto da tua vivência, não sabes.
E nesta maravilha descobres, que nem tudo o que nos renova é racional. Que existem coisas que tens de entrar de cabeça erguida e firme, guardar todos os arremessos e tirar as pedras da tua mala, que lá colocas-te para agredir o primeiro que descobrisses ser um lobo em pele de cordeiro.
Então, foi isto que aprendi. Que as linhas tortas, os caminhos separados se cruzam aqui ou além. Trazem até nós um sabor das coisas vividas, das noites mal dormidas, e do que já sabemos e quem nos dera simplesmente não saber. Porque magoamos e erramos, porque damos voltas em círculos tantas vezes ás voltas das mesmas pessoas, para descobrir apenas uma, e errar ao amar outra vez, tudo porque somos isto, somos a verdadeira representação da magnitude e do erro, ah humanos.